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People & Culture Director

Nicole Lunardi

Con 12+ años de experiencia en el área organizacional, es responsable por la gestión de personas y carreras en Cadastra.

GDPR & PLC: entenda as leis e seus impactos

Após o vigor da GDPR, em maio de 2018 na União Europeia, a lei de proteção de dados pessoais (PLC 53/2018) retomou à pauta do Congresso Federal e foi sancionada em agosto pelo Presidente Michel Temer. O Brasil aprovou a lei com urgência para se adequar ao que está sendo seguido pelo restante do mundo.

GDPR da União Europeia

A União Europeia considera a proteção de dados pessoais um direito dos cidadãos dos países do bloco. Por isso, o General Data Protection Regulation (Regulamentação Geral de Proteção de Dados) adotada em 27 de abril de 2016 e que entrou em vigor em maio deste ano, é um novo regulamento que muda significativamente as obrigações de empresas que lidam com os dados das pessoas que sejam residentes na União Europeia. Com essa nova regulamentação, todas as empresas e organizações, independente de porte ou área de atuação, deverão seguir regras rígidas para coletar, processar, compartilhar e armazenar dados pessoais. Uma das principais regras da GDPR é que a partir de agora será necessária a permissão do usuário para que a empresa realize a coleta e processamento dos seus dados. Isso significa que o usuário precisa estar ciente de que seus dados serão captados e que ele pode negar o acesso a eles ou até mesmo retirar esse acesso da empresa, uma vez que seja dado. Caso alguma empresa não esteja em conformidade com o novo GDPR, ela poderá ser multada da seguinte forma:
  • 1) Não conformidade: 10 milhões de euros ou até 2% do faturamento anual da empresa do ano anterior, o que for maior.
  • 2) Violações de Dados: até 20 milhões de euros ou até 4% do faturamento anual da empresa do ano anterior, o que for maior. Esta multa é para qualquer empresa que sofra uma violação de dados onde os dados pessoais dos europeus estejam comprometidos.

Destaques sobre o GDPR

  • Obter autorização dos usuários para a coleta de dados de forma transparente e explícita, ou seja, caixas pré-verificadas ou consentimento passivo não serão considerados.
  • Dar liberdade para o usuário gerenciar os dados coletados e o direito de ser esquecidos.
  • Todos estão sujeitos ao GDPR, mesmo que não tenha uma presença física na UE. Se fornecer bens ou serviços a cidadãos da UE, será afetado.
  • Caso ocorra o vazamento de dados, as notificações de violação são agora obrigatórias e deverão ser feitas dentro de 72 horas após o primeiro conhecimento da violação.
  • A definição de dados pessoais (Dados PII) é expandida para incluir endereços de IP, cookies que identifiquem usuários e localização de GPS.
  • Os cidadãos da UE têm o direito de escolher se os seus dados pessoais devem ou não ser armazenados.
  • A lei fará com que as empresas revisem e atualizem sua política de privacidade.
  • Caso as empresas utilizem plataformas ou sistemas de terceiros para ajudar a administrar o site ou campanhas de publicidade, a empresa deverá avaliar se eles estão em conformidade com a GDPR.

Entenda o que é o PLC 53/2018 do Brasil

Após o escândalo do Facebook onde 87 milhões de dados foram violados pela Cambridge Analytica, levantou-se dúvidas no mundo todo sobre a transparência e o compromisso das empresas com a proteção de dados dos usuários. O assunto virou pauta no congresso brasileiro que se mobilizou para retomar o projeto de lei criado em 2010 e sancionado no dia 15 de agosto de 2018, com o objetivo de modificar a relação de captura, armazenamento e uso de dados pessoais. A lei geral de proteção de dados no Brasil é inspirada na legislação da União Europeia (GDPR), abordando regras para a prevenção de dados on-line e off-line por pessoas jurídicas e físicas do setor público e privado. A lei estabelece que empresas apenas coletem dados necessários para os serviços. O novo regulamento dá autonomia para os usuários autorizarem a partir de uma permissão o uso e gerenciamento dos dados compartilhados com as empresas. Nessa permissão, as empresas deverão utilizar uma comunicação clara com informações detalhadas explicando quais dados serão coletados e como serão usados, além de oferecer uma opção para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados a qualquer momento. Além disso, a lei aborda como devem ser tratados casos em que ocorram a violação dos dados que possam acarretar em algum tipo de risco para os titulares. Caso alguma empresa não esteja em conformidade com o PLC 53/2018, ela poderá ser multada em até 2% do faturamento (limitado a R$ 50 milhões), publicização da infração, bloqueio e eliminação de dados pessoais referentes à infração. As empresas infratoras não serão impedidas de continuar funcionando.  

Destaques sobre o PLC 53/2018

  • Dará mais controle aos usuários sobre como seus dados estão sendo usados pelas empresas, pois a captura de informações somente será realizada como o consentimento do titular através de uma permissão (opt-in).
  • Tal lei será aplicada a qualquer empresa que tenha usuários brasileiros, mesmo que não tenha sede no Brasil.
  • A empresas terão período de 24 meses para se reestruturar, período contado a partir de agosto de 2018.
  • A empresa deverá comunicar ao órgão competente a ocorrência de incidente com vazamento de dados que possa acarretar risco ou danos relevantes aos usuários. A comunicação para os usuários deverá ser feita em um prazo razoável, conforme definido pela órgão competente.
  • Haverá a possibilidade dos usuários solicitarem acesso a seus dados, além de pedirem que informações sejam corrigidas ou excluídas. Informações sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual receberão tratamento mais rigoroso.
  • O projeto prevê que o uso de dados de crianças deverá ser feito com consentimento dado por ao menos um dos pais ou responsável legal.
  • Quanto à transferência internacional de dados pessoais, será permitida para países ou organizações que proporcionem grau de proteção de dados adequado ao previsto na legislação brasileira.
  • Fica excluído o uso de dados realizados para fins jornalísticos, artísticos, acadêmicos, de segurança pública e defesa nacional.

Entenda o que são dados PIIs e cookies

Dados PIIs (Personally Identifiable Information)

Informações pessoalmente identificáveis (PIIs) são quaisquer informações que possam potencialmente identificar um indivíduo específico. Qualquer informação que possa ser usada para distinguir uma pessoa da outra pode ser considerada PII. Além disso, o dado PIIs podem ser classificados em sensível ou não sensível.
  • PII sensíveis: são informações que, quando divulgadas, podem resultar em danos diretos ao indivíduo cuja privacidade foi violada. As PII sensíveis devem, portanto, ser criptografadas em trânsito e quando os dados estão em repouso em uma base de dados.
  • PII não sensíveis: são informações que podem ser transferidas de forma não criptografada sem resultar em danos ao indivíduo, mas embora não sejam informações delicadas, são informações que podem ser vinculadas, ou seja, quando cruzadas com outros dados podem acabar revelando a identidade de um indivíduo.

Cookies

Um cookie é um arquivo de texto simples, cuja o objetivo muitas vezes é armazenar informações de navegação e de preferências no navegador dos usuários. É importante salientar que as leis de regulamentação geral de proteção de dados apenas abordam dados pessoais, mas não referência a utilização de cookies. Se um cookie contiver informações pessoais de um usuário, então a GDPR e a PLC deverão ser aplicadas, mas em outras situações as leis não estará sendo infligida.

Principais precauções das empresas no momento

Para mais informações, entre em contato com um dos especialistas do time de Business Intelligence da Cadastra. Prestamos consultoria para auditar os dados coletados pelas empresas, instruindo quais são as melhores práticas de mercado para essa nova regulamentação visando garantir a privacidade dos dados de seus clientes.  

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Digital Operations Director

Victor Magalhães

Desde el 2001 en el mercado digital, actúa en proyectos de desempeño de SEO/BI para clientes Medianos y Grandes.

Os Impactos da pandemia de COVID-19 no setor de Turismo

Um dos setores do mercado mais atingidos pelo impacto causado após a adoção de uma nova realidade ao redor do mundo durante a pandemia da COVID-19, ao lado das indústrias da moda e do entretenimento, foi o setor de turismo. Com o início da “quarentena”, ou distanciamento social, estima-se que o setor, que representa 3,71% do PIB, passe por um ciclo de até 3 anos até a sua recuperação, o que levará a uma perda econômica de até R$ 116,7 bilhões, segundo estudo da FGV.

O impacto em um dos setores mais atingidos pelo isolamento social

 

No mês de maio, após quase sessenta dias sob o regime de isolamento social em grande parte do mundo, a Avianca, companhia aérea colombiana, declarou falência após a perda 80% de seu faturamento devido à crise sanitária. Essa foi apenas uma das muitas companhias que sentiram seus fluxos atingidos pelas medidas de controle da propagação do vírus. Porém, por outro lado, este é um momento de união entre empresas e público em prol de um bem maior.

Visando isso, a Gol disponibilizou isenção total de tarifa aérea em seus assentos disponíveis para todos os profissionais de saúde envolvidos no combate à COVID-19 a partir do dia 23 de março. Além de realizar ações de arrecadação de donativos, kits de higiene pessoal e mais, para ONGs parceiras, como a Amigos do Bem, que atende famílias do sertão nordestino, através do Instituto Gol, seu braço gestor de inclusão social e desenvolvimento socioeconômico.

Empresas do setor de transporte aéreo se viram com a responsabilidade de flexibilizar seus cancelamentos e reagendamentos de vôos da noite para o dia. Companhias como Latam, Azul, Delta, Tap, e outras, emitiram comunicados em suas redes sociais no início da pandemia avisando que iriam realizar o reembolso ou o reagendamento de viagens afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Isso porque, segundo entrevista concedida para a Forbes, o Procon defende que “O consumidor não é obrigado a expor sua saúde a riscos viajando ou indo a eventos onde poderá contrair o coronavírus”. Junto a esse movimento, o Ministério do Turismo lançou a campanha Não cancele, remarque incentivando a postergação de viagens.

Porém, quando falamos em setor de turismo e viagens, não estamos falando apenas das companhias áreas, e sim, de tudo que está envolvido neste setor que é um forte gerador de empregos no país. Entre as atividades que fazem parte do turismo estão hotéis e pousadas, bares e restaurantes, transportes rodoviários, agências de viagens, locadoras de bens e imóveis e atividades recreativas, culturais e desportivas.

As áreas de hotéis e pousadas e transporte rodoviário tiveram uma queda de 90% no mês de abril, quando comparada a sua produção normal, segundo estudos realizado pela FGV junto ao Ministério do Turismo. Já o setor de bares e restaurantes foi o que teve queda menor, 58% no mesmo período, isso porque essa área passou a oferecer serviços de entrega e promoções de compra para consumo futuro.

Tecnologia par viajar sem sair de casa

Com as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), nos vimos obrigados a adiar planos de viagens e a estar mais conectados ao digital. Se antes usávamos os meios digitais para acessar notícias sobre o Brasil e o mundo, para nos conectarmos com pessoas queridas e para comprar, hoje usamos os meios digitais para tudo, inclusive para viajarmos.

Iniciativas como os sites EarthCam e World Cams permitem que o público conheça lugares e pontos turísticos de todo o mundo através da tela do celular ou computador. Já para os que gostam de visitar museus famosos durante suas viagens, os museus da Frida Kahlo no México e do Estúdio Ghibli no Japão estão disponíveis através de plataformas multimídia e podem ser visitados através de um simples clique. Outros famosos museus como o Louvre, em Paris e o MET, em Nova York, realizaram iniciativas semelhantes.

A busca pelo reequilíbrio de uma atividade econômica e social

 

Mesmo após fronteiras e aeroportos serem reabertos e as recomendações de distanciamento social da OMS forem mais brandas, o turismo passará por um longo caminho até conseguir se reequilibrar. Isso porque o Brasil vinha apresentando crescimento na área, que já representava 3% do total de empregos no país.

Já no âmbito internacional, o país teve resultado superior a 6 milhões de chegadas internacionais de turistas nos últimos anos, número bem maior que 4,1 milhões em 2003. Pesquisas de interesse apontam que, mesmo após o fim da pandemia, com a queda de renda da população, a demanda por serviços de turismo não será a mesma, já que os gastos com viagens ainda estarão condicionados a uma maior confiança na segurança sanitária do destino a ser visitado.

As previsões para a retomada da economia nesse setor são promissoras, porém andarão a passos lentos. Espera-se que em um primeiro momento, após o surto do vírus, sejam retomadas as viagens essenciais como as de saúde e visita a parentes. Após esse primeiro momento, o impulso será a retomada de viagens domésticas de lazer e trabalho. Seguido da volta de eventos corporativos e culturais e, por último, a estabilização do turismo com o início da retomada de viagens internacionais. Todo esse ciclo pode levar até 3 anos.

Enquanto isso, cabe às empresas como o gigante Airbnb, que anunciou em março um fundo de 250 milhões de dólares para ajudar financeiramente seus “anfitriões” mais frequentes, ou superhosts, fazerem de tudo para manter uma boa comunicação com seus parceiros e clientes através dos meios digitais. Esse é um momento importante para empresas de todo o setor se posicionarem e estarem com todos os canais abertos, dispostos a manter uma comunicação de mão dupla com seus atuais e futuros clientes.

 

Autora: Sheila Ferreira

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CEO

Thiago Bacchin

Fundador e CEO da Cadastra, é pioneiro em Search Marketing e Performance desde 1999.

CSO

Tomás Trojan

Lidera times e projetos de Performance para marcas globais como Vivo, Samsung e Salesforce desde 2005.

Com troféus de Ouro e Bronze, Cadastra é reconhecida no Prêmio ABEMD 2019

A empresa foi premiada na categoria CRM/Loyalty, pelo trabalho desenvolvido em parceria com a Samsung; e na categoria Campanhas com os cases Clube Smiles Day e Smiles Friday, em parceria com a Smiles.

Na quinta-feira, dia 13 de junho, foi realizada a cerimônia de entrega do Prêmio ABEMD 2019, que contou com diversas homenagens aos 25 anos da premiação.

São entregues os troféus Ouro, Prata e Bronze aos cases vencedores, além das premiações especiais. A Cadastra foi premiada com o troféu Ouro, na categoria CRM/Loyalty, pelo trabalho desenvolvido em parceria com a Samsung; e na categoria de Campanhas recebeu o troféu Ouro pelo case Clube Smiles Day e o Bronze com Smiles Friday, em parceria com a Smiles, programa de fidelidade da Gol.

Bruno Tonetto, nosso BI e CRM Manager falou um pouco sobre a importância do prêmio para a empresa: “O Prêmio ABEMD é muito importante para a Cadastra por ser o reconhecimento de mercado à Cadastra pela análise e resolução de problemas do nosso cliente. Todo o trabalho realizado foi em prol da geração de valor para os negócios deles.”

 

Zerando o estoque de produtos através de inovações em CRM

 

Em 2018 a Samsung buscava por novas estratégias que pudessem melhorar o engajamento do público com o site e aumentar a participação de vendas de produtos complementares ao produto principal da empresa, os Smartphones.

Com uma estratégia de Web-Push Notification desenvolvida pela equipe de CRM da Cadastra, foram geradas mais de 800 transações através da campanha de boas-vindas e uma taxa de conversão média de 3,08%, sendo essa campanha atualmente responsável por 80% da receita gerada pelo canal. O estoque dos produtos ofertados na campanha foi zerado.

“Esse prêmio é um reconhecimento do trabalho em equipe, criatividade e sinergia entre Samsung e Cadastra”, comenta Jannos Artusi, Head of E-Commerce Channel Marketing da Samsung. Nossa Sr. Account Manager de Samsung, Giovana Schwarz, concorda: “É uma honra participar desse momento de reconhecimento que reflete um trabalho feito a 4 mãos, sempre buscando melhores resultados.”

 

 

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Fundador e CEO da Cadastra, é pioneiro em Search Marketing e Performance desde 1999.

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