Hub de Performance

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VP of Performance & Data Hub

Débora Sabidussi

Executiva com mais de 15 anos de experiência em Paid Search, Display, Vídeo, Social Ads e Programática.

Digital Operations Director

Victor Magalhães

Desde 2001 no mercado digital, atua em projetos de performance e operações digitais para clientes de Grande e Médio porte.

Aumentando o número de leads com campanhas topo de funil

A Smiles é o programa de fidelidade da GOL e oferece opções de resgate de passagens com outras 44 companhias aéreas parceiras. Um programa pioneiro no mercado de fidelidade, com 25 anos de história, que tem mais de 16,5 milhões de clientes.

Em 2017, a marca relançou o cartão de crédito Smiles – com ele, o cliente acumula milhas em todas as compras e pode usar com passagens aéreas, reservas de hotéis, aluguéis de carros, créditos em aplicativos de transporte e shows. Como parte das ações de lançamento, a marca buscou gerar o maior número possível de pedidos do seu cartão de crédito, alcançando novas pessoas interessadas e garantindo mais leads qualificados.

A importância da estratégia e do criativo certo, no momento certo

 

Além de focar em conversão, a Smiles decidiu concentrar esforços em campanhas de topo de funil, impactando mais pessoas. A marca também aplicou mudanças em criativos e adotou novas soluções do Facebook. Além disso, optou por uma estratégia de mídia mais focada na jornada de compras do consumidor. A campanha ficou no ar entre 17 e 31 de julho de 2019, com planejamento e execução realizados por nós.

Para alcançar mais pessoas no topo do funil de vendas – que ainda estão na fase de reconhecimento –, a marca usou criativos em vídeo. Com a função de posicionamentos automáticos ativada para toda a jornada, as peças eram veiculadas nos posicionamentos em que o desempenho era melhor e também adaptadas automaticamente a eles.

Outra solução usada foi a otimização de orçamento de campanha. Assim os anúncios que apresentassem a melhor performance recebiam, de forma automática, uma fatia maior do investimento total. Vale destacar que para essa ação trabalhamos com um budget exclusivo.

Para mensurar e entender os resultados colhidos ao fim da campanha, aplicamos na campanha um estudo que usa a metodologia de desenho experimental, o Conversion Lift. Uma parte da audiência da marca foi dividida em dois grupos: um de teste e, outro, de controle. Apenas um recebia os anúncios da campanha, o que ajuda a medir o impacto da mensagem.

Para conferir a estratégia completa deste case, acesse a página do Facebook for Business aqui.

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Head of Business Development

Raphael Carnavalli

Graduado em Engenharia da Computação e atuante no mercado de e-commerce e marketing digital há mais de 10 anos.

COVID-19: Quais foram os impactos do digital no varejo?

Por Jéssica Rodrigues
Content Manager

Quase dois meses desde que iniciaram as medidas de distanciamento social no Brasil devido à pandemia da COVID-19, a população ainda se esforça para conseguir se adaptar às novas rotinas e hábitos. Em uma nova realidade onde passamos quase o tempo todo dentro de casa, o digital torna-se não apenas um refúgio e principal forma de entretenimento, mas também um grande aliado dos consumidores – e das empresas

Desde que as medidas mais rigorosas de prevenção do contágio foram impostas em todo o país, empresas de diversos segmentos se viram obrigadas a fecharem suas portas. Para o setor varejista, o impacto foi grande, já que as compras em lojas físicas ainda representam a maior parte do seu faturamento. 

Da noite para o dia, as empresas viram a internet se tornando o único canal de venda e até mesmo de contato com seus consumidores. Embora em 2019 já houvesse um avanço na presença digital do varejo, dados da Statista mostram que apenas 14% das vendas do setor em todo o mundo provinham do comércio eletrônico. Em tempos de Coronavírus, essa mudança de chave foi forçada e a transformação digital tornou-se um tópico de primeira importância para o setor. 

As restrições de locomoção e de abertura dos comércios já estão forçando mudanças nos hábitos de consumo. No Brasil, segundo dados da Criteo, 67% dos consumidores afirmam que pretendem fazer mais compras online do que faziam antes. Mais importante ainda é a descoberta em pesquisa recente da Nielsen em que 31% dos entrevistados afirmam que fizeram sua primeira compra online durante a pandemia. 

Entre os itens mais buscados pelos consumidores, estão os produtos que facilitam a vida na quarentena, como eletrônicos, itens para home office e roupas confortáveis para ficar em casa. Segundo a Criteo, percebe-se que as pessoas estão preferindo gastar mais com itens que aumentem a qualidade de vida, mesmo que esses não sejam essenciais.

Esses novos comportamentos de compra online já estão sendo percebidos com força no mundo inteiro, mas também aqui no Brasil. Segundo o relatório Webshoppers, do Ebit, o comércio eletrônico teve um crescimento de 48,3% entre a primeira quinzena de março e o final de abril, em comparação ao mesmo período no ano anterior. Lojas de setores como saúde e alimentação apresentaram aumento de até 180%, de acordo com a ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Mesmo em um período de retração econômica, vê-se que nem tudo está perdido: o digital é um caminho para recuperar as vendas, fortalecer a marca e se mostrar presente no momento em que o consumidor mais precisa. Os varejistas que já apostavam no comércio digital estão vendo um novo caminho em meio à crise e pretendem fazer diferente daqui pra frente. 

Mas e quem tem apenas loja física e ainda não está na internet? Na falta de um e-commerce estruturado, alguns pequenos varejistas estão recorrendo aos marketplaces e redes sociais para anunciar seus produtos. Uma tendência no Brasil é a abertura de espaço nas plataformas digitais das grandes varejistas, como Magazine Luiza e Americanas, para que pequenas lojas do setor possam comercializar seus produtos. Em troca da infraestrutura e logística, as empresas cobram uma comissão em cima das vendas.

Além disso, o varejo como um todo, dos grandes aos pequenos, está apostando na integração das vendas pelo WhatsApp, colocando seus times de vendedores à disposição dos consumidores nesse novo formato de atendimento. Pela plataforma de conversação, é realizada quase toda a transação comercial, que pode ser finalizada por ali mesmo ou encaminhada para a loja virtual. Nesse cenário, as lojas físicas tornam-se apenas pontos de entrega dos produtos – uma tendência que deve crescer mesmo após a pandemia. 

Não há como negar que o impacto da COVID-19 foi grande no varejo, e na economia como um todo, porém o digital mais uma vez mostrou sua força para transformar negócios e ampliar relações entre marcas e consumidores. A transição do cenário offline pro digital mais do que nunca se faz necessária: é a receita dos novos tempos.

 

Autora: Mel Quincozes, Content Marketing Analyst

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CEO

Thiago Bacchin

Fundador e CEO da Cadastra, é pioneiro em Search Marketing e Performance desde 1999.

CSO

Tomás Trojan

Lidera times e projetos de Performance para marcas globais como Vivo, Samsung e Salesforce desde 2005.

A Cadastra mudou. De novo.

Um novo posicionamento, uma nova oferta de serviços e nova marca. Saiba mais sobre essa transformação!

Lançamos em novembro de 2019 o nosso novo posicionamento de negócio, uma nova oferta de serviços e uma nova marca para acompanhar essa grande transformação.

Nascemos no ano 2000 como uma agência de Search Engine Marketing. Em 2012 mudamos nosso posicionamento para uma “Agência digital full service especializada em performance”, mas na prática o mercado nos enxergou (e ainda nos enxerga) como uma “Agência de performance”.

A verdade é que nunca nos sentimos só como uma agência. Temos estruturas muito distintas, times diferentes, muito mais técnicos, clientes mais focados em resultados, velocidade interna muito maior, entre tantos outros aspectos.

Enfim, entre 2017 e 2018 reunimos esse desconforto com todo tipo de mudanças que vem acontecendo com nosso mercado: as tendências globais, a insatisfação das marcas com as agências que têm pouco foco em negócios, as novas dores dos CMOs (com a transformação digital no centro), o declínio das agências off, a entrada das consultorias e empresas de tecnologia, o crescimento dos times internos digitais nas empresas (e que precisam de parceiros para ajudá-los), entre outros. Somando tudo isso a uma reflexão de “onde queremos chegar com a Cadastra?”, ficou claro que mais transformações eram necessárias.

Em 2018, no meio deste processo, decidimos globalizar a Cadastra, abrindo o escritório em Londres, além de termos ampliado nosso atendimento a clientes fora do Brasil.

Ainda em 2018, na semana do Fórum E-commerce Brasil em Julho, fizemos um soft launch através do nosso site atual, que entrou no ar com as atuais quatro divisões de negócios.

Era apenas o começo para “sentir” como o mercado reagiria. E começamos a parar de nos chamarmos de agência. Tudo isso foi muito bem recebido por clientes e pelo mercado.

Essa nova oferta de serviço evoluiu muito de 2018 pra cá, surgiram novas frentes, fizemos planos de crescimento, revisamos tudo. Até nossa marca.

Hoje, anuncio que iremos começar uma das maiores transformações que a Cadastra já passou.

Vamos fazer o hard launch do nosso novo posicionamento, de uma empresa especializada em performance, que reúne serviços de agência digital, serviços de consultoria e tecnologia.

Na prática, significa que atuamos desde a agência digital ou de performance de uma marca, à parceiros consultores de transformação digital de outras, além da implementação de projetos de tecnologia, como plataformas de e-commerce e martech.

Vamos, ainda, lançar nossas 5 divisões de negócios, as quais organizam e estruturam nossa nova oferta de serviços: Business & Strategy, Digital Operations, Technology, Solutions e Education. Cada uma dessas áreas reflete nossa experiência, metodologia de trabalho e diferenciais de mercado.

Este novo posicionamento também pedia uma reestilização da marca da Cadastra, agora mais moderna e em linha com as tendências de branding mundiais.

Para comunicar tudo o que fazemos para os nossos mais diversos stakeholders, estamos lançando um novo site, repleto de conteúdo, que reflete e explica melhor este momento.

São muitas novidades e sabemos que é uma transformação enorme. Mas é isso que nós amamos fazer: transformações exponenciais.

Convido você a conhecer essa nova Cadastra, navegando pelo novo site ou agendando um café conosco.

E deixe a gente transformar também a sua empresa.

Um abraço,

Thiago Bacchin
CEO

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Thiago Bacchin

Fundador e CEO da Cadastra, é pioneiro em Search Marketing e Performance desde 1999.

CSO

Tomás Trojan

Lidera times e projetos de Performance para marcas globais como Vivo, Samsung e Salesforce desde 2005.