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Digital Operations Director

Victor Magalhães

Desde 2001 no mercado digital, atua em projetos de performance e operações digitais para clientes de Grande e Médio porte.

Case B2B: mais leads e pedidos de cotações com Social Ads

A Gerdau nasceu em 1901, em Porto Alegre, com um nome diferente: Fábrica de Pregos Ponta de Paris. Sob uma gestão familiar, a empresa cresceu exponencialmente ao longo dos anos e hoje é a maior produtora de aço brasileira e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo.

Atualmente a marca está presente em 10 países, entre eles EUA, Canadá e Colômbia, e é também a maior recicladora da América Latina – transformando anualmente milhões de toneladas de sucata em aço.

Indo além do reconhecimento de marca: otimização de orçamento e foco nas conversões

 

A longa trajetória da Gerdau já a tornou muito bem reconhecida entre seu público-alvo, que são em sua maioria engenheiros e profissionais de indústrias que lidam com aço. Com essa etapa de reconhecimento de marca já bem estabelecida, a empresa quis ir além: o objetivo era aumentar o número de pedidos de cotação feitos por clientes em potencial no site da marca.

Para isso, foi desenhado um plano de ação que envolvia ações e soluções mais estratégicas. A primeira das medidas tomadas foi adotar o pixel do Facebook, para entender o comportamento de quem entrava no site. A ferramenta, que é um pequeno pedaço de código instalado no HTML, analisa ações realizadas por clientes em potencial ali dentro. Em paralelo, para levar as pessoas ao site, começamos a rodar novos anúncios – mas se antes as peças eram otimizadas para aumentar o tráfego do endereço, desta vez o foco foi em conversões.

O recurso de otimização do orçamento da campanha também foi utilizado. Assim, um valor total para a campanha foi estabelecido e a própria ferramenta do Facebook dividia o montante da verba e direcionava investimento para os anúncios com melhor performance.

Todas as mudanças foram feitas ao longo de 2019 e trouxeram resultados expressivos nos comparativos de mês a mês. Para conferir a estratégia completa deste case, acesse a página do Facebook for Business aqui.

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Victor Magalhães

Desde 2001 no mercado digital, atua em projetos de performance e operações digitais para clientes de Grande e Médio porte.

Os impactos do Coronavírus no mercado financeiro

Confira o 2º artigo da nossa série "Impactos do Digital".

A pandemia do Covid-19 trouxe consigo grandes mudanças no mundo todo e gerou impactos nunca antes vistos em diversas esferas das nossas vidas. Desde os primeiros casos no final de 2019 em Wuhan (China), até a confirmação da chegada do vírus no Brasil, em 26 de fevereiro de 2020, não se imaginava a dimensão que a doença tomaria. 

Enquanto o mundo acompanhava assustado o crescente número de casos e a dispersão do novo Coronavírus pelos continentes, o setor financeiro foi um dos primeiros a sentir os verdadeiros impactos da pandemia (antes mesmo de ela ser considerada uma). No período de janeiro a março, as principais bolsas de valores do mundo (como Japão, Londres, Nova York e São Paulo) sofreram quedas expressivas em seus índices. Conforme a doença avançava, as ações despencavam

Na última semana de fevereiro, as bolsas de valores registraram o pior desempenho desde a crise econômica de 2008. No Brasil, apenas em março, os circuit breakers, mecanismos que encerram as negociações devido às altas quedas nos índices das bolsas, foram acionados seis vezes. Uma marca histórica e que tem assustado os investidores no país, resultando em uma queda de 5% nos investimentos no mês de março.

Mudanças no comportamento frente à pandemia 

 

Com a determinação da OMS, que declarou o status de pandemia mundial em 11 de março, o cenário econômico se deparou com um desafio até então desconhecido: as medidas de contenção do vírus, entre elas o distanciamento social e o fechamento de comércios e serviços. 

No Brasil, a população de dividiu em um misto de temor pelo contágio e a incerteza do que aconteceria na economia do país – e nas suas próprias finanças. Um relatório interno do Google mostra que as buscas por “confisco da poupança” cresceram 250% nos primeiros dias da quarentena, entre 14 e 25 de março.

As buscas pelo auxílio do Governo, o popular “Coronavoucher”, aumentaram em 20.547% no mesmo período, ao passo que a procura por empréstimos em bancos públicos subiu 12,8% e em instituições privadas caiu 18,8%. Os dados mostram ainda que o impacto na bolsa de valores aumentou o interesse em termos relacionados ao mercado acionário e produtos de renda fixa

O relatório revela também que o brasileiro passou a se interessar mais por produtos financeiros, com aumento na buscas sobre contas digitais (62% em comparação ao bimestre anterior) e cartões (em especial do Nubank, com 31% das buscas relacionadas). Uma mudança de cenário interessante, frente a realidade de 48,4 milhões de pessoas que são desbancarizadas no Brasil, de acordo com o Banco Mundial. 

Tendência de “digitalização” das operações financeiras

 

Ao passo que medidas mais rígidas de isolamento foram adotadas em todo o mundo, a movimentação econômica ficou cada vez mais dependente da internet. Em todo o Brasil, agências bancárias e lotéricas foram fechadas ou sofreram reajustes em seu atendimento presencial, forçando uma parcela da população a se familiarizar com os canais digitais.

Instituições como o Itaú e o Banco do Brasil criaram campanhas para recomendar que seus clientes fiquem em casa e façam as operações online, explicando em vídeos como podem acessar e usar o aplicativo e o internet banking

E o reflexo desse comportamento está sendo sentido ao longo da pandemia. Dados mostram que os brasileiros gastaram 35% mais de tempo em apps de finanças entre a primeira semana de dezembro e a primeira de março. Em abril, os aplicativos de seis bancos estavam entre os apps mais baixados pelos brasileiros, segundo a SensorTower. 

Esse cenário está fazendo com que as empresas tecnológicas das finanças, as fintechs, se destaquem. Nativas do universo digital (muitas não possuem nem agências físicas), as fintechs surgem como alternativa de crédito para muitas pessoas, devido a praticidade e o atrativo dos juros mais baixos. 

É o que mostra os dados recolhidos pela Acesso Digital, startup que fornece tecnologia de reconhecimento facial para as maiores instituições financeiras do país. Segundo ela, entre os seus clientes, as fintechs tiveram um aumento de 16% nos pedidos de crédito entre os dias 1º e 26 de abril. Enquanto isso, as solicitações caíram 65% em redes varejistas e 13% nos bancos e financeiras. 

E a tendência é de crescimento ainda mais expressivo. De acordo com a ABCD (Agência Brasileira do Crédito Digital), em 2019, as fintechs intermediaram um total de R$ 3 bilhões de empréstimos. Para 2020, a estimativa é de conceder até R$10 bilhões em crédito, principalmente para pequenas e médias empresas. 

Algumas fintechs como o Nubank e o Banco Inter, também lançaram diversas medidas de flexibilização para seus clientes, como redução das taxas de parcelamento do cartão e prazos maiores para pagar. O Inter também destinou uma linha de crédito de R$250 milhões para empreendedores que quisessem antecipar o recebimento de vendas feitas no cartão.

Como será a economia pós-pandemia?

 

Os impactos no mundo das finanças são grandes e acompanham a progressão do vírus ao redor do mundo. Torna-se até difícil de fazer previsões em um cenário tão incerto, que depende de tantas variáveis. O Fundo Monetário Internacional (FMI), acredita que para 2020 podemos esperar uma retração de 3% na economia mundial. Isso representa uma queda de mais de 6 pontos percentuais em relação ao crescimento de 3,4% que era previsto para este ano. Somente no Brasil, a economia deve ter uma queda de 5,3% em 2020, porém a previsão é de que a retomada aconteça gradualmente em 2021, chegando a um crescimento de 2,9%. 

As medidas de quarentena e distanciamento seguem sendo recomendadas em todo o mundo sem previsão de retorno total à normalidade enquanto não houver uma vacina. Nem mesmo os especialistas sabem prever como será a reação pós-pandemia, pois nunca vivemos uma crise com características similares

O que podemos perceber, no entanto, assim como em outros setores, é que a pandemia conduziu uma aproximação do público com o digital para superar os impasses do dia a dia, seja nesse caso para fazer uma transação financeira, pagar uma conta, ou até mesmo para aprender mais sobre finanças e começar a investir. Abre-se aqui uma grande oportunidade para explorar o crescente interesse dos consumidores nesse nicho e tornar a experiência cada vez mais positiva e humana – mesmo na ausência de contato. 

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CEO

Thiago Bacchin

Fundador e CEO da Cadastra, é pioneiro em Search Marketing e Performance desde 1999.

CSO

Tomás Trojan

Lidera times e projetos de Performance para marcas globais como Vivo, Samsung e Salesforce desde 2005.

Cadastra é 4º lugar no ranking do Great Place to Work

No último relatório, lançado no começo de janeiro, a empresa ficou em 4º lugar. Saiba mais sobre este crescimento!

Nesta segunda-feira (dia 6), a consultoria de pesquisa e treinamento Great Place to Work divulgou a 8ª edição do ranking de Melhores Agências Para Trabalhar, relativo a 2019, no qual a Cadastra aparece em 4º lugar. Com este novo TOP 10 de empresas de grande porte, subimos uma posição em relação ao ano anterior.

A edição atual da pesquisa contou com 73 agências inscritas, contabilizando 6,8 mil funcionários no total. O estudo avalia diversos aspectos que vão desde a análise do ambiente e do bem-estar dos profissionais, passando por questões relacionadas a salário e benefícios.

Entre as afirmações que os funcionários mais concordam estão itens como “As pessoas aqui são bem tratadas independentemente de sua cor ou etnia, orientação sexual, sexo ou idade”, “O ambiente é descontraído” e “Tenho orgulho de contar a outras pessoas que trabalho aqui”.

“Sermos mais uma vez reconhecidos pelo GPTW é um motivo de muito orgulho pois sabemos que é um projeto muito sério, de qualidade, que acompanha as tendências e novidades em gestão de pessoas. Isso nos faz buscar sempre o aprimoramento de nosso modelo, inovando e fazendo diferente. Com isso, buscamos reter talentos e atrair novos perfis alinhados a nossa cultura”, disse Nicole Lunardi, People & Culture Director da Cadastra.

Com mais este reconhecimento já somamos onze vezes o selo Great Place to Work.

“Fico muito feliz ao saber que criamos um ambiente em que os talentos se desenvolvem de maneira estruturada, trabalhando com paixão e foco em performance”, comemora o CEO Thiago Bacchin.

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